quinta-feira, 30 de junho de 2011
Senhor,
Tu és o Bom Pastor.
Eu sou a Tua ovelha.
Em alguns dias, estou sujo;
Em outros, estou doente.
Em alguns dias, me escondo;
Em outros, me revelo.
Sou uma ovelha ora mansa, ora agitada.
Sou uma ovelha ora perdida, ora reconhecida.
Eu sou tua ovelha, Senhor.
Eu conheço a Tua voz.
É que às vezes a surdez toma conta de mim.
Eu sou Tua ovelha, Senhor.
Não permita que eu me perca,
que eu me desvie do Teu rebanho.
Mas se eu me perder, eu Te peço, Senhor,
Vem me encontrar.
Amém
Tu és o Bom Pastor.
Eu sou a Tua ovelha.
Em alguns dias, estou sujo;
Em outros, estou doente.
Em alguns dias, me escondo;
Em outros, me revelo.
Sou uma ovelha ora mansa, ora agitada.
Sou uma ovelha ora perdida, ora reconhecida.
Eu sou tua ovelha, Senhor.
Eu conheço a Tua voz.
É que às vezes a surdez toma conta de mim.
Eu sou Tua ovelha, Senhor.
Não permita que eu me perca,
que eu me desvie do Teu rebanho.
Mas se eu me perder, eu Te peço, Senhor,
Vem me encontrar.
Amém
terça-feira, 21 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Mulher no poder
Até agora foi evento histórico, minoria estatística, exceção à regra, casos que se contam nos dedos. Mas ao longo das próximas décadas, o processo vai se intensificar e mulher no poder será natural, parte da paisagem. Estamos nos anos 10 do século XXI. A última mulher a nos governar foi nos anos 80 do século XIX. Foi uma longa espera. Nunca mais haverá um intervalo tão longo.
Os homens monopolizaram a presidência durante toda a República e mulheres presidentes foram casos esporádicos em qualquer país, apesar de a figura que representa a República Francesa ser Marianne. O símbolo era feminino como enfeite, à moda dos ícones de liberdade na História antiga. Nunca mais será mera ilustração, não porque temos pela primeira vez uma presidente no Brasil, mas porque assim caminha a humanidade. Estamos no meio da estrada, há sinais espantosos de atrasos, há eventos estimulantes, mas a escolha do rumo já foi feita. Este será o século do desembarque das mulheres no poder político, como o último foi o do avanço sobre o mercado de trabalho.
Nos anos 1940, as mulheres foram convocadas para as fábricas na falta de homens, que tinham ido para a guerra. Os cartazes da campanha americana mostravam uma operária e a frase: “Nós podemos fazer isso”. Ao fim da guerra, foram mandadas de volta ao lar. Como na Revolução Francesa, tinham sido convocadas ao combate e depois, descartadas. A Liberdade, Igualdade, Fraternidade valia apenas para os franceses. Elas só puderam votar em 1945. Mas as americanas do pós-guerra não voltaram ao papel antigo. No ano passado, representaram metade do mercado de trabalho. A revista “Economist” recuperou a figura da mulher operária da campanha da época da guerra, e fez uma capa histórica: “Nós conseguimos”.
Era 25 de maio de 1871 quando uma mulher ajoelhou-se diante do Senado e assumiu a regência do Brasil. Parecia apenas o cumprimento da regra imperial, mas Pedro II teve que enfrentar resistência para entregar a coroa à filha, conta o historiador José Murillo de Carvalho num programa que fiz na Globonews (pode ser visto no blog www.miriamleitao.com). Era um momento tenso. O Imperador patrocinara o envio da proposta de Lei do Ventre Livre e, nos clubes das lavouras e no Parlamento, as elites escravocratas resistiam. Muita gente achou uma imprudência, até porque, aos 24 anos, a princesa Isabel nunca tinha mostrado a mesma vocação para o poder que a bisavó Carlota Joaquina, nem mesmo a da avó Leopoldina que, nos bastidores, tinha participado da Independência.
A princesa regente assumiu o poder duas outras vezes e acabou governando mais de três anos, quase um mandato presidencial. Na terceira e decisiva regência, entrou para a História. O país estava dividido e ela escolheu o lado certo, isso é o mais relevante. Participou ativamente das negociações que levaram à Abolição. Afastou, por outros motivos, um dos grandes obstáculos à Lei Áurea, o Barão de Cotegipe da presidência do conselho de ministros e nomeou João Alfredo, simpático à libertação dos escravos. Que ela conspirava contra a ordem escravocrata se sabia no Palácio, onde seus filhos editavam um jornal abolicionista, considerado subversivo pelos donos de escravos. Naquele distante 1888, foi a última vez que uma mulher governou o Brasil, até o dia de ontem, quando Dilma Rousseff assumiu a presidência.
O que isso significa? Se nada significasse já seria o fim de um monopólio. Mas as batedoras mulheres, o aumento da presença feminina no Ministério são pequenos sinais de que os próximos quatro anos poderão mostrar novos avanços.
Já se pode dizer que não serão suficientes porque o Brasil está muito atrasado. Num ranking feito pelo demógrafo José Eustáquio Diniz Alves com outros pesquisadores, o Brasil está em 110º lugar em presença de mulher no Parlamento com magérrimos 8,8% de parlamentares mulheres. Isso, 77 anos depois de ter tomado posse a primeira deputada federal brasileira, Carlota Pereira Queiroz. Bertha Lutz, grande líder sufragista não se elegeu, ficou como suplente e nunca assumiu, porque depois veio o Estado Novo, no qual ninguém votava, nem era votado, seja homem ou mulher.
No mercado de trabalho, a brasileira já é 44% da População Economicamente Ativa, mas ganha menos e ainda ocupa apenas 14% dos cargos de direção das 500 maiores empresas brasileiras, mesmo assim, mulheres executivas ou empreendedoras começam a fazer parte da paisagem empresarial brasileira.
A jornalista Ana Arruda Callado acha que até hoje os homens não se sentem confortáveis em serem chefiados por mulher. Que se acostumem, não haverá volta. A escritora Rosiska Darcy reclama que se fala da mulher apenas no espaço público, e que a forma certa de olhar é valorizando-se a vida privada. Para ela, fora ou dentro do mercado de trabalho, a mulher tem sido a grande responsável por humanizar a humanidade, ou seja, transformar o recém-nascido, que ela define como “um bichinho”, no ser socializado que é levado à escola.
Ana Arruda completa o raciocínio, dizendo que os homens precisam entrar no movimento feminista, e aprender não só a dividir o trabalho, mas dividir a vida. Alguns já entenderam isso, felizmente. Chieko Aoki, do Grupo de Mulheres Líderes, lembra que há dez anos dava palestras para grupos de executivos formados quase só por homens, hoje, há reuniões em que a maioria é mulher.
Avanços há, basta olhar em volta. Mas os atrasos a serem vencidos também são visíveis. O que as mulheres querem é só a igualdade. DE MIRIAM LEITÃO
Os homens monopolizaram a presidência durante toda a República e mulheres presidentes foram casos esporádicos em qualquer país, apesar de a figura que representa a República Francesa ser Marianne. O símbolo era feminino como enfeite, à moda dos ícones de liberdade na História antiga. Nunca mais será mera ilustração, não porque temos pela primeira vez uma presidente no Brasil, mas porque assim caminha a humanidade. Estamos no meio da estrada, há sinais espantosos de atrasos, há eventos estimulantes, mas a escolha do rumo já foi feita. Este será o século do desembarque das mulheres no poder político, como o último foi o do avanço sobre o mercado de trabalho.
Nos anos 1940, as mulheres foram convocadas para as fábricas na falta de homens, que tinham ido para a guerra. Os cartazes da campanha americana mostravam uma operária e a frase: “Nós podemos fazer isso”. Ao fim da guerra, foram mandadas de volta ao lar. Como na Revolução Francesa, tinham sido convocadas ao combate e depois, descartadas. A Liberdade, Igualdade, Fraternidade valia apenas para os franceses. Elas só puderam votar em 1945. Mas as americanas do pós-guerra não voltaram ao papel antigo. No ano passado, representaram metade do mercado de trabalho. A revista “Economist” recuperou a figura da mulher operária da campanha da época da guerra, e fez uma capa histórica: “Nós conseguimos”.
Era 25 de maio de 1871 quando uma mulher ajoelhou-se diante do Senado e assumiu a regência do Brasil. Parecia apenas o cumprimento da regra imperial, mas Pedro II teve que enfrentar resistência para entregar a coroa à filha, conta o historiador José Murillo de Carvalho num programa que fiz na Globonews (pode ser visto no blog www.miriamleitao.com). Era um momento tenso. O Imperador patrocinara o envio da proposta de Lei do Ventre Livre e, nos clubes das lavouras e no Parlamento, as elites escravocratas resistiam. Muita gente achou uma imprudência, até porque, aos 24 anos, a princesa Isabel nunca tinha mostrado a mesma vocação para o poder que a bisavó Carlota Joaquina, nem mesmo a da avó Leopoldina que, nos bastidores, tinha participado da Independência.
A princesa regente assumiu o poder duas outras vezes e acabou governando mais de três anos, quase um mandato presidencial. Na terceira e decisiva regência, entrou para a História. O país estava dividido e ela escolheu o lado certo, isso é o mais relevante. Participou ativamente das negociações que levaram à Abolição. Afastou, por outros motivos, um dos grandes obstáculos à Lei Áurea, o Barão de Cotegipe da presidência do conselho de ministros e nomeou João Alfredo, simpático à libertação dos escravos. Que ela conspirava contra a ordem escravocrata se sabia no Palácio, onde seus filhos editavam um jornal abolicionista, considerado subversivo pelos donos de escravos. Naquele distante 1888, foi a última vez que uma mulher governou o Brasil, até o dia de ontem, quando Dilma Rousseff assumiu a presidência.
O que isso significa? Se nada significasse já seria o fim de um monopólio. Mas as batedoras mulheres, o aumento da presença feminina no Ministério são pequenos sinais de que os próximos quatro anos poderão mostrar novos avanços.
Já se pode dizer que não serão suficientes porque o Brasil está muito atrasado. Num ranking feito pelo demógrafo José Eustáquio Diniz Alves com outros pesquisadores, o Brasil está em 110º lugar em presença de mulher no Parlamento com magérrimos 8,8% de parlamentares mulheres. Isso, 77 anos depois de ter tomado posse a primeira deputada federal brasileira, Carlota Pereira Queiroz. Bertha Lutz, grande líder sufragista não se elegeu, ficou como suplente e nunca assumiu, porque depois veio o Estado Novo, no qual ninguém votava, nem era votado, seja homem ou mulher.
No mercado de trabalho, a brasileira já é 44% da População Economicamente Ativa, mas ganha menos e ainda ocupa apenas 14% dos cargos de direção das 500 maiores empresas brasileiras, mesmo assim, mulheres executivas ou empreendedoras começam a fazer parte da paisagem empresarial brasileira.
A jornalista Ana Arruda Callado acha que até hoje os homens não se sentem confortáveis em serem chefiados por mulher. Que se acostumem, não haverá volta. A escritora Rosiska Darcy reclama que se fala da mulher apenas no espaço público, e que a forma certa de olhar é valorizando-se a vida privada. Para ela, fora ou dentro do mercado de trabalho, a mulher tem sido a grande responsável por humanizar a humanidade, ou seja, transformar o recém-nascido, que ela define como “um bichinho”, no ser socializado que é levado à escola.
Ana Arruda completa o raciocínio, dizendo que os homens precisam entrar no movimento feminista, e aprender não só a dividir o trabalho, mas dividir a vida. Alguns já entenderam isso, felizmente. Chieko Aoki, do Grupo de Mulheres Líderes, lembra que há dez anos dava palestras para grupos de executivos formados quase só por homens, hoje, há reuniões em que a maioria é mulher.
Avanços há, basta olhar em volta. Mas os atrasos a serem vencidos também são visíveis. O que as mulheres querem é só a igualdade. DE MIRIAM LEITÃO
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Copa do Brasil 2011 - Coritiba 3 X 2 Vasco - Time carioca ficou com o titulo por ter vencido 1 a 0 no Rio de Janeiro. Alecsandro artilheiro fez a diferença. O Coxa reclama com razão um penalti de Dedé em Leonardo não marcado pelo arbitro Salvio Spinola.Parabéns a todos os Vascainos como:Fátima Bernardes,Laura,Vinicius e Beatriz!
O primeiro pedido de habeas corpus de um dos bombeiros presos por motim foi negado. #BombeirosAmotinadosRJ
Há 11 anos...ÔNIBUS 174.
Era uma professora de artesanato.
Voltava de mais um dia de aula na Rocinha.
Tinha minha idade.
Geisa pegou o ônibus naquele dia dos namorados de 2000.
A viagem foi interrompida a poucos metros da minha casa.
Foi naquela esquina que nossas vidas se cruzaram.
Mas só uma seguiu em frente.
Eu, recém formada, já repórter da Rádio CBN, ia para uma reportagem sobre aumento do preço do material escolar.
Escolhi a papelaria do português perto de casa.
Meu trajeto foi interrompido.
Havia um assalto com reféns em andamento no Jardim Botânico.
A área ainda não estava cercada.
Me aproximei do ônibus linha 174.
Surge a professora na janela.
Um olhar inesquecível. Seco, arregalado.
_Sai daqui. Avisa que eu vou matar todo mundo, repórter._ disse Sandro, o sequestrador.
Seguiu-se uma cobertura de seis horas.
Policiais bloqueando ruas, moradores fechando janelas, atiradores posicionados e um país unido na agonia.
Geísa foi o escudo mais usado por Sandro.
Quando o bandido a soltava, ela olhava para mim. Um rosto sem esperança.
Parecia saber que, naquele dia, não voltaria mais para casa.
_Eu vou morrer. Sei que vou._ repetia
Em um momento, gritei de volta:
_Fique calma! Já vai acabar.
Fui repreendida pelos policiais que pediram para eu não responder mais.
A audiência na rádio bateu recordes. Até a tradicional "Hora do Brasil" foi suspensa.
Minha avó me viu na TV.
_Minha neta, afasta-se desse ônibus. Tá muito perigoso isso.
Sentia cãibra nas mãos. Foram intermináveis entradas ao vivo ao celular.
Uma narração dificílima. Descritiva. Tensa.
Prova de fogo para uma iniciante. Tinha vontade de chorar. Por várias vezes entrei no ar com a voz embargada.
_Mariana, segura o choro, porra. Não é hora para isso._ disse meu chefe Luciano Garrido, ao telefone.
Uma bronca providencial. Fundamental, eu diria.
Já era noite quando Sandro decidiu sair com Geísa do ônibus.
Tiros. A professora sai carregada por PMs, ferida.
Sandro é posto na mala da patrulha, ainda vivo.
Segui a ambulância que levava a professora até o Hospital Miguel Couto.
Foi minha última notícia do dia:
_Falamos mais uma vez ao vivo aqui do Hospital. Segundo nota divulgada agora pela equipe médica, Geísa não resistiu. Morreu há pouco.
Soubemos depois que estava grávida de dois meses.
Era uma professora de artesanato.
Voltava de mais um dia de aula na Favela da Rocinha.
Tinha minha idade.
Voltava de mais um dia de aula na Rocinha.
Tinha minha idade.
Geisa pegou o ônibus naquele dia dos namorados de 2000.
A viagem foi interrompida a poucos metros da minha casa.
Foi naquela esquina que nossas vidas se cruzaram.
Mas só uma seguiu em frente.
Eu, recém formada, já repórter da Rádio CBN, ia para uma reportagem sobre aumento do preço do material escolar.
Escolhi a papelaria do português perto de casa.
Meu trajeto foi interrompido.
Havia um assalto com reféns em andamento no Jardim Botânico.
A área ainda não estava cercada.
Me aproximei do ônibus linha 174.
Surge a professora na janela.
Um olhar inesquecível. Seco, arregalado.
_Sai daqui. Avisa que eu vou matar todo mundo, repórter._ disse Sandro, o sequestrador.
Seguiu-se uma cobertura de seis horas.
Policiais bloqueando ruas, moradores fechando janelas, atiradores posicionados e um país unido na agonia.
Geísa foi o escudo mais usado por Sandro.
Quando o bandido a soltava, ela olhava para mim. Um rosto sem esperança.
Parecia saber que, naquele dia, não voltaria mais para casa.
_Eu vou morrer. Sei que vou._ repetia
Em um momento, gritei de volta:
_Fique calma! Já vai acabar.
Fui repreendida pelos policiais que pediram para eu não responder mais.
A audiência na rádio bateu recordes. Até a tradicional "Hora do Brasil" foi suspensa.
Minha avó me viu na TV.
_Minha neta, afasta-se desse ônibus. Tá muito perigoso isso.
Sentia cãibra nas mãos. Foram intermináveis entradas ao vivo ao celular.
Uma narração dificílima. Descritiva. Tensa.
Prova de fogo para uma iniciante. Tinha vontade de chorar. Por várias vezes entrei no ar com a voz embargada.
_Mariana, segura o choro, porra. Não é hora para isso._ disse meu chefe Luciano Garrido, ao telefone.
Uma bronca providencial. Fundamental, eu diria.
Já era noite quando Sandro decidiu sair com Geísa do ônibus.
Tiros. A professora sai carregada por PMs, ferida.
Sandro é posto na mala da patrulha, ainda vivo.
Segui a ambulância que levava a professora até o Hospital Miguel Couto.
Foi minha última notícia do dia:
_Falamos mais uma vez ao vivo aqui do Hospital. Segundo nota divulgada agora pela equipe médica, Geísa não resistiu. Morreu há pouco.
Soubemos depois que estava grávida de dois meses.
Era uma professora de artesanato.
Voltava de mais um dia de aula na Favela da Rocinha.
Tinha minha idade.
Postado por Mary G. - Jornalista da TV Globo
Inspiro-me nas lágrimas Ao vento me queixo
Ao vento grito
A minha pena
Sem descanso
Agito
Inspiro-me nos sorrisos
Ao céu me dou
Ao céu profundo
Canto
Do mundo
Inspiro-me nos gestos
Miro a traição
Do informe
Escrevo
A denúncia
Inspiro-me nos campos
Sem futuro
Com raízes
Transcendentes
Inspiro-me na eternidade
Que é
Não compreendo
O mistério do ser
E do sendo
Inspiro-me na música
Que não soa
No silêncio
Deixado por tudo
Que amei
Inspiro-me…Em voces
segunda-feira, 6 de junho de 2011
O Sentido de uma Amizade
A AMIZADE É UME SEM IGU SENTIMENTO CONCRETO, ABSOLUTO AL.
SOMENTE AQUELES Q ENTENDEM O VALOR DE UMA SINCERA AMIZADE,
SÃO CAPAZES DE LER O QUE SE PASSA NO CORAÇÃO DO SEU PRÓXIMO. COM ELA, APRENDEMOS A AMAR E A PERDOAR, DAR SEM RECEBER,
SEMEAR A ESPERANÇA SEM DAR-SE CONTA DO QUE SE FAZ.....E SABE PQ TUDO ISSO ACONTECE? ´´ PQ ONDE HÁ FÉ E ESPERANÇA, SONHO SEM SAIR DA REALIDADE, HÁ AMOR COMPAIXÃO E O MAIS IMPORTANTE: PUREZA DE ESPÍRITO´´...
Sonho, a gente só se dá
conta dele depois que acorda,
depois que ele acabou…
E fica aquela vontade
na gente de sonhar
mais um pouquinho.
Existem pessoas
que são um sonho.
Um sonho pelo qual
a gente dormiria
a vida inteira.
Mas o destino vem
e nos acorda violentamente…
E nos leva
aquele sonho tão bom…
Existem pessoas
que são estrelas.
Doces luzes que enfeitam
e iluminam as noites
escuras de nossas vidas.
Mas vem o amanhecer
e nos rouba
com toda a sua claridade
aquela estrela tão linda.
Existem pessoas que são flores.
Belezas discretas
que alegram o nosso caminho.
Mas com o tempo, as flores murcham,
e nos enchem de saudade
de sua cor e de seu perfume.
Existem, finalmente,as pessoas
que são simplesmente amor.
Um amor doce como o mel de uma flor…
que desabrochou numa estrela
e que veio até nós num lindo sonho!
E ainda bem que são amor,
porque flores,
estrelas ou sonhos,
mais cedo ou mais tarde,
terminam…
mas o amor…
o amor não termina nunca…
Voce é o meu Sonho e Amor!
conta dele depois que acorda,
depois que ele acabou…
E fica aquela vontade
na gente de sonhar
mais um pouquinho.
Existem pessoas
que são um sonho.
Um sonho pelo qual
a gente dormiria
a vida inteira.
Mas o destino vem
e nos acorda violentamente…
E nos leva
aquele sonho tão bom…
Existem pessoas
que são estrelas.
Doces luzes que enfeitam
e iluminam as noites
escuras de nossas vidas.
Mas vem o amanhecer
e nos rouba
com toda a sua claridade
aquela estrela tão linda.
Existem pessoas que são flores.
Belezas discretas
que alegram o nosso caminho.
Mas com o tempo, as flores murcham,
e nos enchem de saudade
de sua cor e de seu perfume.
Existem, finalmente,as pessoas
que são simplesmente amor.
Um amor doce como o mel de uma flor…
que desabrochou numa estrela
e que veio até nós num lindo sonho!
E ainda bem que são amor,
porque flores,
estrelas ou sonhos,
mais cedo ou mais tarde,
terminam…
mas o amor…
o amor não termina nunca…
Voce é o meu Sonho e Amor!
Teu destino está maravilhosamente traçado por mim. Só há vitórias reservadas para você. Mas você precisa me entregar sua vida. Toda sua vida, não parte dela. Confie em mim porque sou Digno de confiança. Não confie nos homens, não confie nas suas próprias forças, porque suas forças sou Eu quem as dou. Confie apenas em mim, pois grandes coisas estão guardadas para você. Vem descansar em meus braços meu filho... Vem conversar comigo... Me entrega as coisas velhas e peça coisas novas. Eu conheço todos os desejos do seu coração, conheço todas as suas necessidades, desejos e anseios, mas eu gostaria que você conversasse comigo, que colocasse no meu altar os seus medos, suas dúvidas, tudo o que há em seu coração.
Meu filho, deixa-me fazer morada em seu corpo.
Permita que seu corpo seja a morada do meu Espírito.''
Meu filho, deixa-me fazer morada em seu corpo.
Permita que seu corpo seja a morada do meu Espírito.''
JESUS CRISTO!
Amigos!
Você que já teve um conhecido,um amigo ou até familiares que precisaram do SOCORRO dos bombeiros em acidentes de trânsito, enchentes, desmoronamentos, e incêndios. Os bombeiros precisam da nossa AJUDA, do nosso SOCORRO!! Vista vermelho na próxima segunda-feira ao ir trabalhar. Apóie! Acredite! Eles precisam da população!!! Se você apóia a causa compartilhe isso!
Você que já teve um conhecido,um amigo ou até familiares que precisaram do SOCORRO dos bombeiros em acidentes de trânsito, enchentes, desmoronamentos, e incêndios. Os bombeiros precisam da nossa AJUDA, do nosso SOCORRO!! Vista vermelho na próxima segunda-feira ao ir trabalhar. Apóie! Acredite! Eles precisam da população!!! Se você apóia a causa compartilhe isso!
domingo, 5 de junho de 2011
Tenho sentido a falta de muita coisa na minha vida ultimamente... Parte, coisas que já tive e perdi, outras sempre ficaram apenas “na vontade”... Sinto falta não dos momentos em que aconteceram, mas de acontecer novamente, de um modo diferente, com alguém que faça nascer de novo em mim essas vontades que eu já sinto...
To sentindo falta de alguém para ir comigo ao cinema;
To sentindo falta de alguém do meu lado fingindo prestar atenção no filme que passa na TV;
To sentindo falta de filme + pipoca + cobertor + brigadeiro + ficar abraçado;
To sentindo falta de dividir a barra de Diamante Negro;
To sentindo falta de conversar apenas com o olhar;
To sentindo falta de um abraço forte e terno nos momentos difíceis;
To sentindo falta de ser romântico, comprar flores, escrever cartas de amor ridículas;
To sentindo falta de fotos na parede do meu quarto;
To sentindo falta de ligações que duram horas;
To sentindo falta de sentir saudades... aquela saudade boa, que, você sabe, poderá matar no próximo encontro;
To sentindo falta de ligar às 00:00h, só para dizer que estou louco para matar essa saudade que estou sentindo;
To sentindo falta de VOCE!!!
To sentindo falta de alguém para ir comigo ao cinema;
To sentindo falta de alguém do meu lado fingindo prestar atenção no filme que passa na TV;
To sentindo falta de filme + pipoca + cobertor + brigadeiro + ficar abraçado;
To sentindo falta de dividir a barra de Diamante Negro;
To sentindo falta de conversar apenas com o olhar;
To sentindo falta de um abraço forte e terno nos momentos difíceis;
To sentindo falta de ser romântico, comprar flores, escrever cartas de amor ridículas;
To sentindo falta de fotos na parede do meu quarto;
To sentindo falta de ligações que duram horas;
To sentindo falta de sentir saudades... aquela saudade boa, que, você sabe, poderá matar no próximo encontro;
To sentindo falta de ligar às 00:00h, só para dizer que estou louco para matar essa saudade que estou sentindo;
To sentindo falta de VOCE!!!
Boa noite,cheguei em casa a uns 20 min,hj um dia estranho,acordei tarde depois de uma balada com amigos,recebi uma msg de uma amiga me pedindo conselho,rs logo eu,enfim,dei o conselho e ela logo veio pr minha casa e saimos,um dia estranho rimos o tempo todo,a hr passou e fomos pr igreja,chegando lá encontrei os amigos da igreja e participamos de uma otima Missa,depois ainda fomos ao shopping mas estava fechado rsrs...Enfim eu achei q o dia seria um orror,mas me divertir muito,afinal DEUS sabe de todas as coisas!!!
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