quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Cúpula da Secretaria de Segurança se reúne para definir nome de novo comandante da P



RIO - O secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, está reunido, na manhã desta quinta-feira, com subsecretários e assessores diretos para definir o sucessor no comando da Polícia Militar. O nome do novo comandante deverá ser divulgado nas próximas horas. Entre os oficiais que estariam na disputa, dois são ex-comandantes do Batalhão de Operações Especiais (Bope)assim como o antecessor, Mário Sérgio Duarte, que deixou o posto na quarta-feira : os coronéis Paulo Pinheiro e Pinheiro Neto. O mais cotado, segundo fontes do governo, é o coronel Pinheiro Neto, que foi o 13º comandante da tropa de elite da PM e participa da reunião. Pinheiro Neto, de 47 anos, comandou o Batalhão de Operações Especias (Bope) em 2007, quando a polícia invadiu o Complexo da Alemão e 19 pessoas morreram. Ele foi aspirante da PM em 1987 e promovido a coronel em 2009. Foi a primeira promoção do comando de Mário Sérgio Duarte. Ele é amigo pessoal do comandante exonerado e do subsecretário Operacional da Secretaria de Segurança, delegado Roberto Sá. A amizade entre os três firmou-se durante o Curso de Operações Especiais do Bope, onde foram companheiros de turma.
Comandantes de batalhões ouvidos pelo GLOBO dizem que o novo comandante da PM terá que atender a três características: lisura, firmeza e unir a tropa, que passa por momentos difíceis por causa do envolvimento do comando e de policiais do 7º BPM (São Gonçalo) com a morte da juíza Patrícia Acioli, em agosto.
Entre outros nomes que estariam sendo analisados pelo secretário, um dos possíveis sucessores é velho conhecido dos policiais do batalhão de São Gonçalo: considerado linha dura, o coronel Ricardo Quemento Lobasso comandou o 7º BPM (São Gonçalo) entre 2007 e 2009, época em que a juíza Patrícia Acioli, assassinada em agosto, já estava na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo. Antes, porém, o militar já havia comandado o Batalhão Ferroviário e o 2º BPM (Botafogo), entre 2005 e 2007. Em 2009, foi transferido do batalhão de São Gonçalo para o 31º BPM (Barra da Tijuca).
O segundo nome da lista seria o do coronel Aristeu Leonardo Tavarez, relações públicas da PM durante o governo Rosinha. Ele também comandou o 2º CPA (Comando de Patrulhamento de Área) e o Batalhão de Polícia Rodoviária. Em 2006, foi promovido a coronel em meio a denúncias de que a governadora Rosinha teria publicado uma lista de oito oficiais promovidos a coronel incluindo quatro tenentes-coronéis, entre eles Aristeu Leonardo, que estavam fora das oito primeiras colocações de uma relação elaborada pela Comissão de Promoção de Oficiais.
Aristeu Leonardo integrou o trio de arbitragem brasileiro que foi à Copa do Mundo em 2006. Nascido na Lapa e criado na Zona Norte do Rio, Aristeu tinha duas paixões quando menino: futebol e filmes de guerra. O desempenho fraco como zagueiro nas peladas com os amigos o fez pender para o lado militar e escolher ser PM porque nas Forças Armadas teria de deixar a cidade do Rio.
O ex-comandante-geral da Polícia Militar do Rio, coronel Mário Sérgio Duarte, deixou o cargo no fim da noite de quarta-feira, dois dias depois da prisão do tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, ex-comandante de dois batalhões acusado de ser o mentor do assassinato da juíza Patrícia Acioli, em 11 de agosto. Em nota, a Secretaria de Segurança informou que ele enviou uma carta ao secretário José Mariano Beltrame, reconhecendo "o equívoco" de ter nomeado o tenente-coronel Cláudio para o 7º BPM (São Gonçalo), o primeiro cargo de comando dado ao oficial, que está preso desde quarta-feira em Bangu 1 com outros sete PMs. Na carta com o pedido de exoneração, enviada a Beltrame pelo BlackBerry do hospital onde está internado, se recuperando de uma cirurgia na próstata, ele disse estar "ciente do desgaste institucional decorrente de sua escolha".
"Sobre o caso particular que me impõe esta decisão, o indiciamento do tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira no homicídio da juíza Patrícia Acioli, e sua consequente prisão temporária, devo esclarecer à população do Estado do Rio de Janeiro que a escolha do seu nome, como o de cada um que comanda unidades da PM, não pode ser atribuída a nenhuma pessoa a não ser a mim", escreveu Mário Sérgio.
A exoneração, pedida, segundo a nota da secretaria, "em caráter irrevogável", aconteceu um dia depois de Beltrame ter afirmado, em entrevista coletiva, que Mário Sérgio gozava de sua "plena confiança". Ainda segundo o texto, o secretário lamentou a saída do oficial.


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Inspiração dos meus sonhos,não quero acordar!










*E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus sonhos,mas enlouqueceria se não existice as inspirações dos meus sonhos,mesmo sem saber são eles que me dão forças para continuar sonhando! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são importante para min e o quanto minha vida depende de suas existências,credibilidade e alegria*


Faço qualquer negócio pra te ver na TV ou no twitter/facebook
Grudo no pé, dou bandeira, fico de bobeira só pra te ver passar
Teu olhar iluminado, meu coração disparado...
Se o teu olhar de repente cruzar com o meu olhar envergonhado...
Olá, eu sou sua fã
A número 1,sou sua fã
Não durmo direito, não como, não bebo... só vivo de ver voces passarem na tv
Vocês realizam o meu sonho,são minha razão de sonhar!!!

(Fã-Ivete Sangalo''musica'')

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Jornal Nacional ganha Emmy Internacional na categoria 'Notícia'

Conquista do prêmio foi pela cobertura da ocupação policial do Complexo do Alemão, no Rio. Esta é a 7º vez, em nove anos, que o Jornal Nacional chega à final do Emmy Internacional.

O Jornal Nacional ganhou na noite desta segunda-feira (26), em Nova York, o prêmio Emmy Internacional - o Oscar da televisão mundial - pela cobertura da ocupação policial do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, no ano passado.O que há de melhor no jornalismo de TV mundial estava reunido na noite desta segunda, num auditório em Nova York. Repórteres, reportagem, documentários.Quando chegou a hora do jornalismo internacional, o anúncio na categoria 'notícia' foi para o Jornal Nacional. Nos agradecimentos, feitos em inglês, William Bonner, o editor-chefe do Jornal, disse que este é um momento especial para a história do Rio de Janeiro e também do Brasil, porque o trabalho de reportagem registrou o momento onde o governo tentou mudar o método usado para libertar a população da dominação dos traficantes de drogas.
Logo depois de receber o prêmio no auditório, a equipe vencedora do Emmy deste ano, foi para a sala de imprensa, onde os ganhadores deram as suas primeiras entrevistas.
O diretor-geral de jornalismo e esporte da TV Globo, Carlos Henrique Schroder, falou sobre a conquista do prêmio. “Esse evidentemente é o prêmio mais importante que a gente já conseguiu até hoje e eu diria que é o reconhecimento e a confirmação do trabalho que a gente vem fazendo no Brasil e no dia a dia nos nossos telejornais. É o Jornal Nacional que está recebendo este prêmio, mas eu diria que todo o trabalho de jornalismo da Rede Globo está homenageado através deste prêmio”.
O Jornal Nacional venceu com a cobertura da expulsão de traficantes e a ocupação policial do Complexo do Alemão, no Rio, em novembro do ano passado.
As equipes de reportagem do Rio de Janeiro mostraram o cerco aos bandidos, a entrada dos blindados, a impressionante fuga em massa dos criminosos por uma estrada, registrada pelo Globocop e a sensação de liberdade dos moradores.
Foram inscritos trabalhos de mais de 60 países e entre os finalistas estavam produções do Reino Unido, da Islândia e das Filipinas.
Esta é a 7º vez, em nove anos, que o Jornal Nacional chega à final do Emmy Internacional. As duas primeiras, com coberturas das equipes do jornalismo nos Estados Unidos. As reportagens mostraram o ano seguinte aos atentados de 11 de Setembro.
Em 2005, a Globo concorreu com a cobertura da reeleição do ex-presidente americano George Bush e a partir de 2007, o Jornal Nacional foi finalista todos os anos.
Primeiro, com o projeto Caravana JN, que percorreu o Brasil em 2006, para mostrar os desejos dos brasileiros no ano eleitoral.
No ano seguinte, com a cobertura jornalística da tragédia mais grave da aviação brasileira, o acidente com airbus da TAM, que matou 199 pessoas, em São Paulo.
Em 2009, a indicação veio pelo trabalho durante o caso da jovem Eloá, sequestrada e morta pelo ex-namorado em Santo André, no ABC paulista.
Um ano depois, o JN foi finalista pela cobertura do apagão em 18 estados brasileiros, que afetou milhões de pessoas e a última veio esse ano com a ocupação do Morro do Alemão.
A TV Globo também já conquistou cinco prêmios Emmy Internacional: ao jornalista Roberto Marinho foram concedidos dois prêmios e a última vez tinha sido com a novela Caminho das Índias, em 2009.
A Rede Globo é a única rede de TV brasileira premiada com o Emmy Internacional. Hoje, foi a vez do jornalismo. “Nos últimos nove anos, o JN esteve sete vezes colocados entre os quatro melhores telejornais do mundo. O seu trabalho foi reconhecido desta maneira pela academia de televisão. Eu acho que isso é uma prova da qualidade da televisão que fazemos no Brasil, do telejornalismo que fazemos na Rede Globo”, afirma o editor-chefe e apresentador do Jornal Nacional, William Bonner.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011