Plano ainda precisa ser aprovado no Senado e sancionado por Obama.
País pode ficar sem dinheiro para honrar dívidas.
Na véspera do prazo final para que os Estados Unidos elevem seu limite de endividamento, a Câmara dos Representantes finalmente aprovou, nesta segunda-feira (1º), o plano bipartidário formulado pelos líderes do Congresso. Foram 269 votos a favor e 161 contra. Para entrar em vigor, o acordo ainda precisa ser aprovado pelo Senado e sancionado pelo presidente Barack Obama.
O processo para que republicanos e democratas conseguissem fechar um acordo foi “bagunçado e levou muito tempo”, nas palavras do próprio presidente Barack Obama. Na noite do último domingo, Obama fez um pronunciamento para dizer que os líderes dos dois partidos haviam chegado a um acordo para elevar o limite da dívida dos Estados Unidos e evitar um default (termo técnico para “calote”).
O plano deve ser votado pelo Senado próximo do meio-dia (às 13h no Brasil) da terça-feira (2), segundo o líder da maioria democrata na Casa, Harry Reid. A expectativa é que o plano, negociado por Obama, seja aprovado no Senado, onde o partido Democrata tem maioria.
A primeira parte do acordo vai cortar cerca de US$ 1 trilhão nos próximos dez anos, segundo explicou Obama durante pronunciamento feito no domingo.
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